ConvivasLx

terça-feira, maio 30, 2006

bem amiguitos... isto anda um bocadinho para o morto...
well
a não esquecer que a próxima reunião é dia 14 de Junho às 21h e é a Janete que nos vai apresentar o Santo...
não faltem!

até
bjs

quinta-feira, maio 18, 2006

Partilha da joaninha

Aqui fica a minha partilha das duas últimas reuniões,tal como combinámos. Não é um resumo, por isso não pretende ter tudo. Reflecte apenas as palavras que me ficaram a ressoar no coração. Quero ouvir as vossas também!
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"Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele" (1 Jo 4,16)
Assim começa a carta do Papa Bento XVI : Deus é amor.
E apartir daqui o Papa fala-nos do amor. Deus é ponto de partida.
No bocadinho que temos vindo a ler, procura-se um sentido da palavra amor. Fala-se de eros e agape. Do amor "que não nasce da inteligência e da vontade mas que,de certa forma, se impõe ao ser humano" e do amor "descendente", de comtemplaçao e renúncia.

Acho que o Santo padre tentou esclarecer a ideia ( errada) que a "Igreja torna amarga a coisa mais bela da Vida". Fala-nos de um amor completo, não estático mas que evolui. Um amor que se pode manifestar de formas diferentes, consoante o caso, mas em todas as formas deve aspirar à perfeiçao (à imagem do amor do Pai). Um amor uno: não há um amor da carne e um amor do espírito, "quando as duas dimensões se separam completamente uma da outra, temos uma caricatura ou, de qualquer modo, uma forma redutiva do amor". Um amor que promete eternidade e "nos oferece uma felicidade que nos faz pressentir algo do Divino".

Deixo aqui alguns daqueles bocadinhos que todos sublinhámos :)

"Em toda esta gama de significados, porém, o amor entre o homem e a mulher, no qual concorrem indivisivelmente corpo e alma e se abre ao ser humano uma promessa de felicidade que parece irresistível, sobressai como arquétipo de amor por excelência, de tal modo que, comparados com ele, à primeira vista todos os demais tipos de amor se ofuscam. Surge então a questão: todas estas formas de amor no fim de contas unificam-se sendo o amor, apesar de toda a diversidade das suas manifestações, em última instância um só, ou, ao contrário, utilizamos uma mesma palavra para indicar realidades totalmente diferentes?"

"Ao amor entre homem e mulher, que não nasce da inteligência e da vontade mas de certa forma impõe-se ao ser humano, a Grécia antiga deu o nome de eros."

"o eros inebriante e descontrolado não é subida, « êxtase » até ao Divino, mas queda, degradação do homem. Fica assim claro que o eros necessita de disciplina, de purificação para dar ao homem, não o prazer de um instante, mas uma certa amostra do vértice da existência, daquela beatitude para que tende todo o nosso ser."

"O primeiro é que entre o amor e o Divino existe qualquer relação: o amor promete infinito, eternidade — uma realidade maior e totalmente diferente do dia-a-dia da nossa existência. E o segundo é que o caminho para tal meta não consiste em deixar-se simplesmente subjugar pelo instinto. São necessárias purificações e amadurecimentos, que passam também pela estrada da renúncia. Isto não é rejeição do eros, não é o seu « envenenamento », mas a cura em ordem à sua verdadeira grandeza."

"Somente quando ambos se fundem verdadeiramente numa unidade, é que o homem se torna plenamente ele próprio."

"A aparente exaltação do corpo pode bem depressa converter-se em ódio à corporeidade."

"Sim, o eros quer-nos elevar « em êxtase » para o Divino, conduzir-nos para além de nós próprios, mas por isso mesmo requer um caminho de ascese, renúncias, purificações e saneamentos."

"Faz parte da evolução do amor para níveis mais altos, para as suas íntimas purificações, que ele procure agora o carácter definitivo, e isto num duplo sentido: no sentido da exclusividade — « apenas esta única pessoa » — e no sentido de ser « para sempre ». O amor compreende a totalidade da existência em toda a sua dimensão, inclusive a temporal. Nem poderia ser de outro modo, porque a sua promessa visa o definitivo: o amor visa a eternidade. Sim, o amor é « êxtase »; êxtase, não no sentido de um instante de inebriamento, mas como caminho, como êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus"

"Na realidade, eros e agape — amor ascendente e amor descendente — nunca se deixam separar completamente um do outro. Quanto mais os dois encontrarem a justa unidade, embora em distintas dimensões, na única realidade do amor, tanto mais se realiza a verdadeira natureza do amor em geral. Embora o eros seja inicialmente sobretudo ambicioso, ascendente — fascinação pela grande promessa de felicidade — depois, à medida que se aproxima do outro, far-se-á cada vez menos perguntas sobre si próprio, procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se-á e desejará « existir para » o outro."

"Não pode limitar-se sempre a dar, deve também receber. Quem quer dar amor, deve ele mesmo recebê-lo em dom."

"8. Encontramos, assim, uma primeira resposta, ainda bastante genérica, para as duas questões atrás expostas: no fundo, o « amor » é uma única realidade, embora com distintas dimensões; caso a caso, pode uma ou outra dimensão sobressair mais. Mas, quando as duas dimensões se separam completamente uma da outra, surge uma caricatura ou, de qualquer modo, uma forma redutiva do amor. E vimos sinteticamente também que a fé bíblica não constrói um mundo paralelo ou um mundo contraposto àquele fenómeno humano originário que é o amor, mas aceita o homem por inteiro intervindo na sua busca de amor para purificá-la, desvendando-lhe ao mesmo tempo novas dimensões. Esta novidade da fé bíblica manifesta-se sobretudo em dois pontos que merecem ser sublinhados: a imagem de Deus e a imagem do homem."


:)
Joaninha

quinta-feira, maio 11, 2006

Santa Rita de Cássia - 22 de Maio


Santa Rita de Cássia, a Santa das Causas Impossíveis, nasceu no ano de 1373 em Roccaporena. Casou aos 14 anos e foi mãe de gémeos aos 19 anos. Esposa e mãe dedicada que aos 33 anos, depois do assassinato do marido e morte dos filhos (devido à peste), se tornou Monja Agostiniana no Mosteiro de Santa Maria Madalena. Recebeu um espinho da Coroa de Jesus aos 59 anos e morreu aos 74 anos, no dia 22 de Maio de 1447, dia em que se celebra a sua festa.

Oração para os Casos Dificeis
Ó poderosa Santa Rita, chamada Santa das Causas Impossíveis,
advogada dos casos desesperados,
auxiliadora da última hora,
refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e do desespero,
com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus,
a Vós recorro no caso difícil e imprevisto,
que dolorosamente oprime o meu Coração.
Vós bem sabeis, vós bem conheceis o que seja o martírio do coração.
Pelos sofrimentos atrozes que padeceste,
pelas lágrimas amargosíssimas que santamente choraste,
vinde em meu auxilio.
Falai, rogai, intercedei por mim que não ouso fazê-lo ao Pai de misericórdia e fonte de toda a consolação,
e obtende-me a graça que desejo.
Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido,
por vós que sois tão amada por Deus,
certamente serei atendido.
Dizei a nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na terra e no céu a divina misericórdia.
Amen!

sexta-feira, maio 05, 2006

Proposta fantasmagórica...



Vi à uns dias atrás o filme "o Fantasma da ópera", onde o tema do Amor é abordado de uma forma muito rica, na sua dupla dimensão de "eros" e "agape".

Surgiu-me então a ideia que seria interessante se nos juntássemos um dia para o vermos e debatermos em conjunto, por forma a aprofundarmos ainda mais o nosso estudo da "Deus Caritas Est".

O que acham?

Abraço irmão
Mané

segunda-feira, maio 01, 2006

Encontro de dia 3 de Maio

este mês o nosso encontro será na primeira quarta feira do mês para não coincidir com o encontro da Amora.
irá começar às 21h EM PONTO e acabará às 22h EM PONTO!!!!!!
eu (Rita) irei falar um pouco da vida de Santa Rita de Cássia depois de lermos e debatermos os capítulos deste mês da encíclica "Deus é Amor".
até quarta!
bjs